China

China (10)

A China conquistou o terceiro lugar na lista mundial de destinos turísticos. O país só ficou atrás da França e Estados Unidos e anualmente recebe quase 60 milhões de visitantes. Mas o que faz a China ser tão especial? A Golden Tour fez uma pesquisa e montou este roteiro para você.

Pequim

Conhecida pelos chineses como Beijing, a cidade é uma grande metrópole que possui mais de 20 milhões de habitantes. Toda essa multidão vive entre os pontos turísticos mais famosos do país, símbolos que, se não visitados, tornam qualquer viagem ao oriente incompleta.

Comece pelo básico: A Grande Muralha da China. Este monumento milenar começou a ser construído durante a Dinastia Qin para defender o reino contra a pilhagem dos nômades entre os anos 259-210 a.C. O local foi eleito uma das 7 maravilhas do mundo moderno.

Depois de cumprir sua primeira obrigação história, parta rumo à Cidade Proibida, o maior complexo palaciano do mundo com cerca de 720 mil metros quadrados. Estes monumentos começaram a ser construídos em 1406 durante a Dinastia Ming. O local é cercado por um fosso de seis metros de profundidade e muros de dez metros de altura que, de tão maciços, podem suportar até tiros de canhão.

Já a Praça da Paz Celestial, também conhecida como Tiannamen, é a terceira maior praça do mundo. Aqui, em 1989, ocorreu um dos eventos mais marcantes do século passando quando um rebelde desconhecido ficou em frente de uma fileira de tanques impedindo sua passagem. Embora a identidade do manifestante nunca tenha sido divulgada, o rapaz ganhou o título de uma das 100 pessoas mais influentes do século pela Revista Time.

Seu passeio por Pequim ainda deve contar com o Templo do Céu, um complexo de templos taoístas construídos em 1420 para pedir a intercessão celestial para as colheitas e dar graças ao Céu pelos frutos obtidos.

Além destes pontos turísticos, Pequim possui inúmeros museus, templos, jardins, arranha-céus e muita tecnologia que vão te impressionar. Dentre os locais mais indicados, visite o Templo Lama, a Torre da CCTV, o Estádio Olímpico Ninho dos Pássaros e a Piscina Cubo d’ Água.

Embora Pequim não seja tão moderna quanto Xangai, um passeio pelos mercados de pulgas da cidade – em especial o Panjiayuan – pode ser muito mais agradável que uma tarde na Louis Vuitton. E não esqueça a comida: o pato à Pequim alcança sua apoteose na capital.

Xangai

A cidade mais cosmopolita da China é também a mais populosa e possui cerca de 23 milhões de habitantes. No século passado, durante sua colonização, estrangeiros estabeleceram missões comerciais e construíram edifícios com personalidades próprias, deixando Xangai com um ar bem ocidental. Devido a isso, a cidade ficou conhecida como Paris do Oriente.

Hoje, às margens do rio Huang Pu, você encontrará empreendimentos imobiliários ultra-modernos, restaurantes refinados, hotéis luxuosos, galerias de arte e bares que nada devem a Londres ou Nova York.

O roteiro básico de Xangai passa obrigatoriamente pelo Bund, o mais famoso ponto turístico da cidade. O Bund, é uma orla de 1km com impressionantes prédios. O estilo arquitetônico é diverso e inclui obras neogregas, italianas e de art decó. Os edifícios impressionam em termos de escala e altura e alguns reclamam em ser, em algum momento, os mais altos da Ásia.

O principal ícone de Xangai é a Oriental Pearl Tower, uma torre de 468m com esferas cor-de-rosa. Concluída em 1994, o monumento recebe turistas que veem para admirá-la e para apreciar os bairros de Puxi e Pudong. Nas esferas existem exposições, restaurantes, salas de conferência e o Museu de História de Xangai.

Já o Moganshan Lu era um sinistro parque industrial com diversos armazéns e aluguel barato. Isso atraiu os artistas locais e criou uma outra alternativa para as locações caras dos outros bairros. Aqui então começou a expressão artística de Xangai. O local possui diversas lojas para iniciantes nas artes além de movéis art-decó e cafés.

Se tiver tempo, visite o Museu de Xangai que possui 120 mil peças que vão desde elementos da história chinesa da idade neolítica até os dias de hoje; e o Museu de Arte Contemporânea de Xangai.

Hong Kong

Dizem que é em Hong Kong é onde o “Ocidente encontra o Oriente”. Bastam algumas horas nessa espécie de Nova York asiática para descobrir como os opostos se atraem e se completam nestas terras tão distantes.

Aqui, centros financeiros movimentados ficam a poucos minutos de vilarejos de pescadores que ainda levam a vida no mesmo ritmo de antes da chegada dos britânicos; lojas de eletrônicos dividem o mesmo endereço com velhinhos que ainda se dedicam à arte de pintar ideogramas chineses; templos discretos não se abalam com o movimento high tech que colore o cenário lá de fora; imensos conjuntos habitacionais parecem engolir monastérios que descansam sob seus pés; e comidas servidas em recipientes de bambu lembram vagamente o sabor plastificado dos restaurantes fast food

Inicie seu tour fazendo um passeio pelo Star Ferry. Este meio de transporte é a maneira mais bacana de chegar ao bairro central. Os barcos partem a cada 5 minutos dos pier de Kowloon para cruzar o Victoria Harbour. Assim que chegar no coração comercial da ilha, visite o Victoria Peak, uma torre de 552 metros que oferece uma vista belíssima.

O Man Mo Temple é o mais antigo e importante templo taoísta de Hong Kong. Construído em 1840 e nomeado de acordo com duas divindades: Man, deus da literatura e Mo, deus da Guerra fazem deste um lugar único que merece ser conhecido.

Além destes pontos, Hong Kong ainda possui um teleférico de 5,7km de extensão; a maior escada coberta do mundo com 800m de comprimento; a maior estátua de bronze de Buda; e a primeira calçada da fama da Ásia.

Hong Kong tem perfil internacional e por isso não devem faltar opções que agradem desde os comensais mais arrojados até os estômagos mais sensíveis. Comida europeia, mediterrânea, asiática e vegetariana são alguns dos sabores que transformaram Hong Kong em uma das capitais culinárias da Ásia.

Galeria de Imagens

Solicite Seu Orçamento